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domingo, 27 de abril de 2008

Fado encomendado

Desde a noite em que te vi
o destino foi traçado
desde a noite em que te vi
desde a noite em que te vi.
De viola cravada ao peito
assim ouço a melodia
amor, desengano em jeito
de ternura e tirania.
Sabendo eu que me queres
nao mais te posso abraçar
para sempre a meu lado
De mãos cruzadas na alma

A Deus devo rogar
A Deus devo rogar
Com toda a fé que encarno
Rogo-te em tom de perdão
Neste fado encomendado
Entrego-te meu coração.
Neste fado encomendado


P.S Leua é pa ti

terça-feira, 4 de março de 2008

Eis-me...no mais conto de mim

A minha alma não tem nome
Mas não é uma alma qualquer
É aquela que dá voz
É uma grande mulher!
É senhora dos ventos
Dona das tempestades
É alma forte dos raios
O perfume das verdades.
Comanda os não vivos
mostra-lhes redenção
dá asas ao caminho
Ao ensinamento o perdão.
É uma alma com cor
Que do branco se faz raínha
Os raios são os seus brincos
E a espada a varinha.
De mágica ela tem tudo
Um poder que todos atrai
O vermelho é sua côr
Quem a acompanha não trai.
Assim é minha alma
Aquela que me escolheu
De branco abraça tudo
De vermelho tudo isto é seu!
Texto by JcL

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Lembrem-me do que vos pedi


Hoje queria escrever algo que me vai na alma mas não consigo traduzir em palavras.

Olhando para o monitor rio, tal o desejo de vos dizer o que sinto.

Sinto que realmente sou uma estrela. Tenho junto de mim almas puras de sorriso transparente.

Não há razão para ter dissabores ou pelo menos dar-lhes valor.

Para quê empolgar emoções menos positivas fazendo delas um sentimento?

Com vocês estou feliz.

É por vocês que sou quem sou. É para vocês que sorrio e vivo. São voces que me dão toda a garra do sabor da liberdade, da beleza, da entrega do poder de ser PESSOA.

A vocês que me acompanham peço, metam na mochila da vida toda a vontade de viver no caminho do coração. Apertem-na com a fé que nos une e façam da sinceridade o seu real peso.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

O blog também serve para isto

Hoje vou tentar escrever sobre mim. O que sinto e o que penso de momento. Se dissesse que não sei o que sinto, dava jeito mas mentiria. Sinceramente apetece-me desistir. Tirar a máscara, perder postura e voar. Sem destino mas de peito aberto mesmo com sangue escorrendo. Ganhar asas e fortemente fugir. Fugir do mundo, fugir de mim. Despedir-me. Dizer adeus com as lágrimas escorrendo dizendo que me detesto. Por isso fujo. Já não me suporto. Rio porque esperas que eu me ria. Sou agressiva porque esperas que o seja. Sou porque assim queres que eu seja.

Queria sentir-me leve. Ter nos pés as asas que desejo, e nas mãos a vontade.

Ahhhhhhh hipocrisia residente, papel que de velho não sai.



hoje é um dia sem cor.

hoje na chamada crise existencial nao me suporto.

de que vale a inteligência quando nao é o relevante.

como hoje eu me mudava. comprava tudo novo.

e voava....